5 de outubro de 2013

Wagner: a farsa da democracia petista

A manipulação da História, a criação de bodes expiatórios e a relativização dos fatos mais óbvios são alguns dos expedientes a serem utilizados para defender o indefensável – ou invisibilizar o indizível.
Vejam só as manobras discursivas dos militantes do PT para esconder a total falta de democracia e trato republicano de seu governo, sob batuta do ex-sindicalista e amigo pessoal do presidente Lula, Jaques Wagner.
No início de sua gestão, quando o governador atacava os movimentos sociais, alguns independentes, pela Imprensa . Sem titubear, os militantes de seu partido diziam: “se fosse com ACM, ele nos agrediria fisicamente.”
Quando a PM começou a jogar bombas nos manifestantes , vide confronto na FTC, eles surpresos, mas ainda cínicos, afirmavam: “ACM mandaria bater nos estudantes”…
Nos protestos de Junho, quando o Governador Jaques Wagner mandou descer o sarrafo no povo, em virtude da “segurança dos jogos da Copa”, eles continua ram: em tempos carlistas, rolava bala de borracha. Nas mesmas manifestações, os projéteis de látex já eram lançados.
Desiludidos com suas lideranças, resignados dentro do seu próprio partido, constrangidos diante da sociedade, eles insistiam na relativização, tentando justificar o injustificável: na época de Antônio Carlos, a bala “era de verdade”.
Foi quando o MST , movimento cooptado pelo Governo Federal e satélite do partido de Wagner, resolveu invadir a Secretaria de Segurança Pública, e a bala com a que foram recebidos já não era de borracha…
Mudam-se os argumentos, o cinismo é o mesmo! Agora a bala é de verdade.
Rodrigo Rara é um jovem baiano, idealista e defensor do Liberalismo Econômico e Social. Filiado ao Democratas desde 2011.

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